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O prato frio da vingança

A votação do projeto que cria o fundo de previdência complementar dos servidores federais será a primeira oportunidade para o PMDB mostrar a Dilma Rousseff que seu governo não consegue viver sem o apoio do “maior partido do Brasil” na Câmara. O Planalto tem pressa na criação do fundo, porque ele vai igualar o teto […]

Por Da Redação Atualizado em 31 jul 2020, 09h40 - Publicado em 27 jan 2012, 16h27

Palco de futuras batalhas

A votação do projeto que cria o fundo de previdência complementar dos servidores federais será a primeira oportunidade para o PMDB mostrar a Dilma Rousseff que seu governo não consegue viver sem o apoio do “maior partido do Brasil” na Câmara.

O Planalto tem pressa na criação do fundo, porque ele vai igualar o teto da previdência dos novos servidores públicos federais civis ao dos trabalhadores do regime privado, gerando economia no futuro. Nada indica, porém, que os deputados peemedebistas (e até de outros partidos da base) terão o mesmo ímpeto em servir ao palácio. Ideli Salvatti que se prepare. Veja o que diz um peemedebista:

— Quem come o prato da vingança quente, acaba queimando a língua. Então, o PMDB ainda é base do governo. O prato da vingança a gente come frio.

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