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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

O pessimismo da caserna com a gestão do ministro Braga Netto

Integrantes da cúpula do Exército avaliam com desgosto o futuro da instituição sob a gestão do novo ministro da Defesa

Por Robson Bonin Atualizado em 23 abr 2021, 15h56 - Publicado em 23 abr 2021, 14h29

Veja como anda a mágoa dos oficiais do Exército com o ministro da Defesa, Walter Braga Netto. A turma mais antiga no comando ainda lembra que o general foi escolhido por Edson Pujol para ser seu Chefe do Estado Maior — homem de confiança do comandante –, mesmo não sendo o mais antigo general de quatro estrelas. Dois anos depois, que ironia, o subordinado demitiu o ex-chefe a amigo.

“Braga Neto conhece bem a situação do Exército. Carente de tecnologias, hoje luta para manter os atuais programas. Em 2022, quando será comemorado os 200 anos da Independência, o 7 de Setembro será um desfile histórico. Blindados de cinquenta anos e helicópteros da década de 1980 que não podem ser usados em guerra. Será a parada militar da vergonha. Perdemos nossa capacidade de presença e dissuasão”, diz um general, na condição de anonimato.

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