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O papel de Marta Suplicy no salvamento de Aécio

Ao sair do PT, Marta teceu duras críticas ao partido que era investigado por corrupção

Por Pedro Carvalho Atualizado em 19 out 2017, 10h45 - Publicado em 19 out 2017, 09h33

Na noite de ontem (17), Marta Suplicy votou para salvar o colega Aécio Neves do afastamento. O tucano foi denunciado por corrupção passiva e obstrução da justiça. O STF vai dizer se ele vai se tornar réu por isso ou não.

Além disso, que era objeto da ação que o afastou por 21 dias do Senado e determinou seu recolhimento noturno, o mineiro responde a outros oito inquéritos no STF.

Neste cenário, vale lembrar a carta de desfiliação da senadora em 2015 ao deixar o PT. Na oportunidade, ela disse que os crimes investigados contra o partido eram motivo de “indignação” e “grande constrangimento”. Como se não bastasse, Marta disse que era “impossível conviver” com a corrupção.

Pois bem. A senadora, menos “indignada” do que há dois anos, parece ter “renegado” o que disse no passado ao salvar um  colega investigado.

 

 

 

 

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