Clique e Assine a partir de R$ 19,90/mês
Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

O IPO da Caixa

O possível IPO (abertura de capital) da Caixa Econômica Federal deve ser saudado, não apenas pelos 20 bilhões de reais que o governo arrecadará (e que, espera-se, sejam bem utilizados), mas sobretudo por aumentar o grau de governança do banco. Ter suas ações negociadas na Bovespa (e quem sabe no exterior) não impede nomeações políticas […]

Por Da Redação Atualizado em 31 jul 2020, 02h25 - Publicado em 23 dez 2014, 14h01
caixa

20 bilhões de reais e mais transparência

O possível IPO (abertura de capital) da Caixa Econômica Federal deve ser saudado, não apenas pelos 20 bilhões de reais que o governo arrecadará (e que, espera-se, sejam bem utilizados), mas sobretudo por aumentar o grau de governança do banco.

Ter suas ações negociadas na Bovespa (e quem sabe no exterior) não impede nomeações políticas na diretoria –  o Banco do Brasil e a Petrobras estão aí para comprovar isso.  Não impede também roubalheiras.

Mas obrigará a Caixa a prestar esclarecimentos ao mercado, ter que lidar com acionistas minoritários e ser fiscalizada pela CVM, por exemplo. Só isso já é um ganho inestimável para o Brasil.

Ficará mais difícil para os governos disporem da CEF para empréstimos duvidosos, por exemplo.​

Continua após a publicidade
Publicidade