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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Evandro Éboli, Mariana Muniz e Manoel Schlindwein. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.
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O ICMBio vive dias de penúria na gestão de Ricardo Salles

Vinculado ao Ministério do Meio Ambiente, órgão não tem nem transporte oficial para reuniões de trabalho

Por Robson Bonin - 17 jun 2019, 10h03

A desordem no Ministério do Meio Ambiente e tão grande na gestão do ministro Ricardo Salles que alguns setores da pasta nem acesso têm ao sistema oficial de táxi do governo, o “TáxiGov”, que funciona para transportar servidores de repartições a reuniões de trabalhos. É o caso do ICMBio.

Para não terem que bancar do próprio bolso os custos com deslocamento, os servidores do órgão têm chamado as reuniões de trabalho com outros setores da pasta para a sede da repartição, que fica a 8 quilômetros da Esplanada dos Ministérios, num bairro residencial de Brasília.

A autarquia é responsável por zelar pela preservação de 780 mil quilômetros quadrados de reservas, o equivalente a 9,1% do território nacional, além de 24% dos mares brasileiros.

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