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O documento do Pagot

Luiz Antonio Pagot sentou na cadeira elétrica da CPI mista do Cachoeira ontem como candidato a homem-bomba e deixou a comissão como o grande “arrecadador de campanha” de Dilma Rousseff.  Antes de começar a depor, porém, Pagot entregou aos integrantes da CPI um documento apócrifo de onze páginas com detalhes de um esquema de corrupção […]

Por Da Redação Atualizado em 31 jul 2020, 08h01 - Publicado em 29 ago 2012, 13h01

O documento feito por um servidor do Dnit intriga a CPI

Luiz Antonio Pagot sentou na cadeira elétrica da CPI mista do Cachoeira ontem como candidato a homem-bomba e deixou a comissão como o grande “arrecadador de campanha” de Dilma Rousseff.  Antes de começar a depor, porém, Pagot entregou aos integrantes da CPI um documento apócrifo de onze páginas com detalhes de um esquema de corrupção armado na Superintendência do Dnit de Goiás para fraudar licitações.

Batizado de “Cachoeira de donativos um verdadeiro Deltaduto”, o documento vai muito além do uso da máquina federal para arrecadar dinheiro de campanha: ele cita sete deputados federais, ministros e servidores do governo de Dilma e empresários que seriam beneficiados pela combinação de licitações no Dnit goiano.

Por citar figuras coroadas do governo e do parlamento, o documento chamou a atenção dos integrantes da CPI que passaram a pressionar Pagot a revelar a origem das denúncias. Sem dar nomes, Pagot disse que o documento havia sido redigido por um servidor do Dnit, em Brasília, e ainda garantiu enigmático:

— O documento é verídico, coerente e racional…

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