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Delator arrependido

Ex-executivo da JBS adoraria poder voltar no tempo

Por Gabriel Mascarenhas Atualizado em 15 jan 2019, 09h07 - Publicado em 14 jan 2019, 06h33

O ex-vice-presidente de Assuntos Jurídicos da JBS Francisco de Assis repete incansavelmente que a coisa de que mais se arrepende na vida foi ter aceitado delatar.

Não é para menos.

Até hoje, o Supremo ainda não decidiu se mantém ou cancela os benefícios previstos no acordo, que PGR tenta anular há um ano e meio.

 

Atualização: A assessoria da J&F enviou a seguinte nota à coluna: “Francisco de Assis e Silva, advogado da J&F e de vários colaboradores, tendo sido também, circunstancialmente, um dos sete colaboradores da Justiça, NÃO disse em audiência no Supremo Tribunal Federal que se arrepende de ter aceitado colaborar com a Justiça. Disse, sim, sobre ter aceito fazer a ação controlada. “Eu só fiz isso [ação controlada] porque o Ministério Público disse que eu ajudaria nos elementos de corroboração dos meus clientes, e que se não fizesse isso os prejudicaria”, afirmou Assis e Silva ao juiz auxiliar Ricardo Rachid no STF. Isso porque no seu entendimento, desse dia em diante a sua vida e a dos demais colaboradores (seus clientes) virou um inferno”.

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