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‘Novo partido vai atuar contra radicalismos e extremos’, diz ACM Neto

Cacique diz que futura sigla, nascida da fusão entre DEM e PSL, terá candidaturas a governos de dez estados e será maior bancada do Congresso

Por Laísa Dall'Agnol Atualizado em 30 set 2021, 17h55 - Publicado em 30 set 2021, 17h47

Com a fusão entre DEM e PSL encaminhada, ACM Neto já pavimenta o caminho para o tão esperado nome de terceira via a ser lançado à Presidência da República em 2022.

Nesta quinta, o cacique afirmou que o novo partido — o União Brasil — vai atuar contra “radicalismos e extremos” e que pretende eleger, além do candidato à disputa ao Planalto, um total de dez governadores nos estados e as maiores bancadas na Câmara e no Senado.

“A grande maioria dos brasileiros não se identifica com o quadro de polarização. A maioria está mais preocupada com governo de resultados, com políticos que trabalham de verdade. Nesse contexto, o propósito principal do partido é ter candidato próprio à presidência da República”, declarou em evento na cidade de Valença, na Bahia.

ACM, que já se coloca como futuro candidato ao governo do estado contra o petista Jacques Wagner, disse ainda que a fusão entre DEM e PSL foi questão de sobrevivência.

“Ano que vem, vamos enfrentar a primeira eleição de tantos anos sem coligação proporcional. Estamos nos antecipando a um movimento que é natural. O fim das coligações e a ampliação da cláusula de barreira vai acabar resultando na diminuição da quantidade de partidos. Defendemos o pluripartidarismo, mas um país com quase 40 partidos, pelo amor de deus. Estamos saindo na frente e dando um grande passo para, de fato, construirmos o maior partido desse país”, afirmou.

DEM e PSL realizam, na próxima quarta, 6, em Brasília, a convenção nacional conjunta das siglas, que vai definir as estruturas do futuro partido.

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