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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Evandro Éboli, Mariana Muniz e Pedro Carvalho. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Nova agenda econômica de Guedes corre contra o calendário eleitoral

Novembro será crucial para definir rumo de medidas de estímulo no Congresso

Por Robson Bonin - 29 out 2019, 07h02

Com a reforma da Previdência superada, a equipe de Paulo Guedes corre para anunciar medidas de estímulo econômico que mantenham o foco da sociedade no horizonte, não no momento atual.

A ideia é dar sobrevida ao clima favorável a medidas impopulares que se formou na sociedade durante a discussão da Previdência.

Se os empregos não começaram a pular pela janela e a vida dos mais pobres segue a mesma após a reforma, é preciso contar novas histórias. Por isso vem aí um pacote de estímulo ao emprego e outras medidas de ajuste fiscal e redução da máquina.

O motivo da corrida é simples: o governo sabe que só tem este ano para aprovar temas relevantes. Em ano eleitoral, a experiência mostra que os partidos não costumam mostrar disposição de mexer com os brios do eleitorado em temas impopulares.

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