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Nome aos bois

Anda quente o mundo da TV paga no Brasil. Além da briga que se desenha na Oi TV entre os canais de esporte (leia mais em Oi tchau), há outra no horizonte opondo o Esporte Interativo e a Globosat. Num anúncio de página inteira publicado em VEJA desta semana, o Esporte Interativo pergunta: – Por […]

Por Da Redação Atualizado em 31 jul 2020, 04h44 - Publicado em 30 dez 2013, 05h56
Partindo para a briga

Partindo para a briga

Anda quente o mundo da TV paga no Brasil. Além da briga que se desenha na Oi TV entre os canais de esporte (leia mais em Oi tchau), há outra no horizonte opondo o Esporte Interativo e a Globosat.

Num anúncio de página inteira publicado em VEJA desta semana, o Esporte Interativo pergunta:

– Por que milhões de assinantes da NET e Sky foram privados do direito de assistir à conquista histórica da seleção brasileira de handebol?

Sem dar o nome aos bois – ou melhor, ao boi – o Esporte Interativo, dono dos direitos de transmissão do Campeonato Mundial Feminino de Handebol, parte para cima:

– No mundo da competição protegida da TV paga as duas maiores operadoras do Brasil são vítimas do abuso de poder de uma programadora de canais, que pode vetar a distribuição de canais brasileiros por essas operadoras.

A tal “operadora de canais” tem nome e sobrenome: Globosat, controlada pelas Organizações Globo.

O Esporte Interativo é controlado pela holding brasileira TopSports e tem o BNDES e a A Turner (dona dos canais CNN, Cartoon e TNT) como acionistas relevantes.

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