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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Evandro Éboli, Mariana Muniz e Manoel Schlindwein. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

No ano da pandemia, ciclismo se consolida como opção de mobilidade

Pesquisa aponta que 58% dos entrevistados quer incorporar bicicleta no dia a dia.

Por Manoel Schlindwein Atualizado em 25 dez 2020, 11h37 - Publicado em 26 dez 2020, 18h32

O ciclismo foi um dos esportes que apresentou maior crescimento nesse período de pandemia. Em São Paulo, por exemplo, o aumento na prática foi de 11%. Já em Minas Gerais, foi de 15%, aponta uma pesquisa da Semexe, marketplace de bicicletas seminovas. Para 89% dos entrevistados, pedalar ao ar livre é mais seguro do que no aparelho da academia, sendo que 50% deles ainda têm receio de voltar aos treinos indoor. Outros 58% dos respondentes têm interesse em incorporar a bicicleta mais vezes no dia a dia como alternativa de mobilidade.

Quem soube aproveitar o aquecimento do mercado foram as startups, que identificaram carências do consumidor e lançaram tendências para 2021. A Semexe registrou crescimento de 600% nas vendas dentro da plataforma este ano. Já a rede de estacionamentos para bicicletas Bike & Park se adaptou aos novos tempos e lançou um serviço de assinatura, com foco nos ciclistas entregadores de aplicativos como iFood e Rappi.

A startup de elétricas Vela Bikes aproveitou para lançar as primeiras 300 unidades da Vela 2, primeira smart bike elétrica do país. O aquecimento do setor leva o Blump, sistema de gerenciamento de oficinas de bicicleta por meio de aplicativo, esperar um crescimento de 180% para 2021.

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