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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Negacionista, Bolsonaro é aconselhado a buscar ‘legado’ na vacina

O presidente, avaliam auxiliares, precisa produzir um feito de destaque na pandemia para ter algum discurso eleitoral na campanha

Por Robson Bonin, Gustavo Maia Atualizado em 18 jun 2021, 10h22 - Publicado em 18 jun 2021, 08h05

Ainda na reunião ministerial de terça, Fabio Faria falou sobre potenciais eleitorais da vacina e da área social.

Daí o ímpeto pelo Bolsa Família de 300 reais e o desespero para dar ao Planalto algum “legado” na pandemia, visto na reunião com a Pfizer nesta semana — pouco depois o Planalto festejou a antecipação de 7 milhões de doses da vacina, o que é pouco, mas foi celebrado como título de final de copa do mundo entre os bolsonaristas.

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O governo está 100% no modo reeleição e precisa desde já de uma vitrine na vacina.

O presidente poderia começar a seguir os conselhos dos ministros dele por um ato simples: o de tomar a vacina.

 

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