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Não prender é dar analgésico contra câncer, diz procurador

O procurador José Alfredo de Paula Silva não pegou leve na petição enviada à Justiça requerendo as prisões e buscas que foram realizadas nesta segunda-feira (26) em nova fase da operação Zelotes.  “Na atual fase da investigação, pode-se afirmar, com segurança, que as empresas Marcondes e Mautoni Empreendimentos e Diplomacia Corporativa Ltda. e SGR Consultoria […]

Por Da Redação Atualizado em 31 jul 2020, 00h13 - Publicado em 27 out 2015, 12h03
O lobista APS: crime como 'meio de vida'

O lobista APS: crime como ‘meio de vida’

O procurador José Alfredo de Paula Silva não pegou leve na petição enviada à Justiça requerendo as prisões e buscas que foram realizadas nesta segunda-feira (26) em nova fase da operação Zelotes.

 “Na atual fase da investigação, pode-se afirmar, com segurança, que as empresas Marcondes e Mautoni Empreendimentos e Diplomacia Corporativa Ltda. e SGR Consultoria Empresarial Ltda. nada produzem de lícito. Limitam-se apenas a intermediar interesses espúrios perante a administração pública”, conclui.

Para o procurador, “o céu é o limite quando se trata da prática de crimes para as duas empresas mencionadas”. “Não há como ser dito de outra forma: praticar crimes é o meio de vida de Alexandre Paes dos Santos, José Ricardo da Silva, Eduardo Gonçalves Valadão, Mauro Marcondes Machado e Cristina Mautoni Marcondes Machado.”

 “Nesse nível de criminalidade, medidas como busca e apreensão, por exemplo, não têm o condão de impedir a nova prática de delitos. É como ministrar analgésico para tratar câncer. O remédio previsto no ordenamento é a prisão preventiva”, fulmina o procurador.

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