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‘Não interfiro na PF’, diz Bolsonaro após mudar o superintendente no Rio

'Não tenho nada contra o superintendente do Rio e não interfiro na PF, disse o presidente, que demitiu Sergio Moro para poder aparelhar a corporação

Por Robson Bonin Atualizado em 5 Maio 2020, 09h59 - Publicado em 5 Maio 2020, 09h38

Jair Bolsonaro comprou uma briga com Sergio Moro para demitir o então diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo. A dupla, como o próprio presidente admitiu, não permitia que ele interferisse na escolha de superintendentes da corporação por motivos políticos.

Bolsonaro queria e conseguiu trocar o comando da superintendência da Polícia Federal no Rio de Janeiro, onde seu clã é investigado por diferentes falcatruas. A mudança foi a primeira medida adotada pelo novo chefe da PF, Rolando Souza, escolhido e nomeado numa cerimônia escondida no Planalto nesta segunda.

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Há pouco, no Palácio da Alvorada, o presidente voltou a gritar contra a imprensa que noticiou sua manobra intervencionista. “(O superintendente da PF no Rio) Está indo para ser o diretor-executivo. Vai sair da superintendência para ser diretor-executivo. Eu estou tendo influência sobre a PF? Não tenho nada contra o superintendente do Rio e não interfiro na PF”, disse Bolsonaro.

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