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Na Petrobras, missão frustada em reconquistar investidores

A direção da Petrobras bem que se esforçou. Chamou às pressas analistas de mercado para um café na sexta-feira de manhã para convencê-los de que o corte de 34% nos investimentos previstos até 2019 era uma resposta adequada à queda nos preços do petróleo. No mesmo dia, mais tarde, fez uma coletiva de de imprensa para dar mais detalhes […]

Por Da Redação Atualizado em 30 jul 2020, 23h41 - Publicado em 20 jan 2016, 13h21
Monteiro, CFO: Tiro na água

Monteiro, CFO: Tiro n’água

A direção da Petrobras bem que se esforçou. Chamou às pressas analistas de mercado para um café na sexta-feira de manhã para convencê-los de que o corte de 34% nos investimentos previstos até 2019 era uma resposta adequada à queda nos preços do petróleo. No mesmo dia, mais tarde, fez uma coletiva de de imprensa para dar mais detalhes à uma equipe seleta de jornalistas.

De lá para cá, no entanto, as ações só caem – e muito mais que outras petroleiras tradicionais. Em três dias, as preferenciais, as mais negociadas na Bovespa, acumulam um tombo de 18%. Hoje, caem mais de 5%, negociadas a menos de 4,50 reais. E a avaliação do mercado parece não ter mudado em nada.

Ontem, a equipe do BTG soltou um relatório duro contra a petroleira. Cortou o preço-alvo das ações negociadas em Nova York pela metade, de 5,5 dólares para míseros 3 dólares. E alertou: com a derrocada nas cotações do petróleo, e com riscos elevados, incluindo o custo da dívida e as investigações do petrolão, a ação da estatal pode valer quase nada.

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