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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Evandro Éboli, Mariana Muniz e Manoel Schlindwein. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Na guerra pelo MEC, os olavetes estão levando vantagem

Auxiliares do Planalto dizem que Bolsonaro não pretende abandonar ala radical na escolha do sucessor de Weintraub

Por Robson Bonin - Atualizado em 24 jun 2020, 08h37 - Publicado em 24 jun 2020, 07h27

Nessa disputa aberta pelo cargo deixado por Abraham “vagabundos do STF na cadeia” Weintraub, Jair Bolsonaro está como gosta. Na encruzilhada de uma guerra entre a ala moderada do governo e os radicais de Olavo de Carvalho, que lutam para predominar no comando do MEC.

Com uma das pastas mais importantes da Esplanada convertida em fábrica de notícias negativas, parecia que Bolsonaro não compraria os conselhos dos inventores de Weintraub mais uma vez. O jogo, segundo fontes do Planalto, está pesado.

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Auxiliares presidenciais diziam ontem que Bolsonaro não pretende afastar o fanatismo olavete do MEC. Ainda que o escolhido seja um quadro técnico, terá que prestar contas ao atraso visto no último ano.

Como toda sucessão ministerial, a mesa de Bolsonaro está abarrotada de currículos. Qualquer que seja o escolhido, andará sobre trilhos.

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