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MPF: ‘choque de gestão’ de Cabral serviu para roubar

Ao assumir, governador declarou emergência na saúde

Por Ernesto Neves 12 out 2017, 09h32

Na nova denúncia entregue pelo Ministério Público Federal contra Sérgio Cabral, os procuradores afirmam que o ex-governador decretou situação de emergência na saúde em 1º de janeiro de 2007, seu primeiro dia de mandato, com o objetivo de desviar recursos.

“Com a decretação da situação de emergência no setor da saúde e consequente possibilidade de contratação de empresas por dispensa de licitação, foi criado cenário ideal para a divisão dos serviços a serem prestados entre as empresas dispostas a pagar propina incidente sobre o faturamento de contratos”, escreveu o MPF.

Além de Cabral, a nova denúncia complica a vida do empresário Arthur Soares. O material traz uma série de provas que demonstram o crescimento exponencial de seu patrimônio.

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