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Morte de Teori e o pedido de liberdade de Eduardo Cunha

Relator da Lava Jato temeu que seus pares soltassem o ex-deputado e decidiu empurrar o caso para o plenário, que iria julgá-lo no próximo dia 8

Por Gabriel Mascarenhas Atualizado em 23 jan 2017, 16h11 - Publicado em 23 jan 2017, 13h45

Entre os incontáveis processos interrompidos pela morte de Teori Zavascki está o habeas corpus de Eduardo Cunha. O tema já estava pautado para a sessão do plenário do dia 8 de fevereiro, na primeira semana após o fim do recesso do Judiciário.

O pedido de liberdade feito pela defesa de Cunha era tratado com especial cuidado por Teori. No dia 13 de dezembro do ano passado, o ministro relator da Lava Jato, de supetão, decidiu retirar o caso das mãos da 2ª Turma do tribunal e levá-lo ao plenário. Tinha suas razões.

Ele temia que três de seus pares votassem pela soltura do ex-deputado. A 2ª Turma tem Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski, Dias Toffoli e Celso de Mello.

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