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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Evandro Éboli, Mariana Muniz e Manoel Schlindwein. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Ministros divergem sobre legalização do jogo: “é pacto com o diabo”

Ministro do Turismo defendeu a jogatina, mas enfrentou reação de Damares

Por Robson Bonin, Mariana Muniz, Evandro Éboli, Manoel Schlindwein - Atualizado em 22 maio 2020, 19h13 - Publicado em 22 maio 2020, 19h03

A reunião ministerial expôs a divergência dentro do governo sobre um tema polêmico: a legalização do jogo. De um lado, o ministro Marcelo Alvaro Antônio (Turismo), a favor; do outro, Damares Alves (Direitos Humanos), contrária.

O ministro inseriu o assunto, mas cheio de dedos.

“Sei que é uma pauta sensível a ministra Damares”, disse o ministro, que seguiu.

“Não é legalização de jogos, não é bingo, não é caça níquel, não é … são resorts integrados. Obviamente, presidente, uma pauta que precisa de ser construída a – Damares tá olhando com cara feia pra mim – uma pauta que precisa de ser construída com as bancadas da Câmara, tanto a evangélica, quanto a católica, mostrando ou desmistificando vários mitos que giram em torno disso”

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A ministra o deixou falar e reagiu quando ele disse que legalização de jogos não há impacto na família do trabalhador.

“É pacto com o diabo”, reagiu Damares.

“Vou ter que começar a desmistificar para a Damares”, disse ele. ​​​​​​​

O vice Mourão fez piada:

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“Damares prá jogar uma roleta”.

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