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Ministro do STJ pede a colegas a prisão preventiva de Witzel

Sérgio Kukina concordou com a Procuradoria-Geral da República e disse que Witzel foi eleito para 'governar com decência'

Por Mariana Muniz 2 set 2020, 18h49

O ministro Sergio Kukina, último a votar na sessão que analisa o afastamento de Wilson Witzel do cargo de governador do Rio de Janeiro, pediu a prisão preventiva do chefe do executivo fluminense — estendendo a medida que foi dada por Benedito Gonçalves.

“Embora [Witzel] tenha recebido milhões de votos, ele recebeu esse sufrágio para governar com decência”, disse Kukina, fazendo referência às considerações feitas por alguns ministros de que o afastamento de um governador eleito deveria ser encarado com maior cautela pelo Judiciário.

Kukina não faz parte da composição original da Corte Especial, que reúne os 15 ministros mais antigos do tribunal, e foi convocado para compor o quórum da sessão depois que quatro magistrados se declararam impedidos ou suspeitos de participar do julgamento.

Para ele, Witzel, apontado pela Procuradoria-Geral da República como “cabeça” de uma “sofisticada organização criminosa no âmbito do estado do Rio de Janeiro”, deveria ser punido da mesma forma que os outros integrantes do suposto esquema, que tiveram prisões preventivas autorizadas pelo STJ.

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