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Marinho: “mais pobres são maiores interessados na reforma da Previdência”

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Por Evandro Éboli Atualizado em 30 jul 2020, 19h32 - Publicado em 2 ago 2019, 17h39

O secretário especial de Trabalho e Previdência do governo, Rogério Marinho,  diz que os mais pobres são os maiores interessados na reforma previdenciária. Ele afirmou, em entrevista ao programa “3 em 1”, da rádio Jovem Pan, que o sistema implodiu e que é insustentável e injusto.

Marinho revelou que o impacto fiscal – e disse ser em primeira mão – será de 912 bilhões. A primeira conta, no início do governo, era de R$ 1 trilhão.

“Vamos ajudar os pobres idosos e  vamos ajudar os deficientes,  mas está faltando recurso: 712 bilhões de reais em Previdência. Gastamos mais no nosso passado do que nosso futuro. O maior interessado em que haja uma reforma da Previdência são os mais pobres. O Estado brasileiro foi apropriado por corporações públicas e privadas. Não há recurso para segurança pública, saúde, edução e programas sociais” – disse Marinho.

O secretário se mostra otimista quanto a aprovação do texto no Congresso. Ele contabiliza ter sido procurado por cerca de cem deputados, que foram em busca de informações, de subsídios para defender a reforma. A base eleitoral é a grande preocupação de um deputado e senador neste momento.

Para Marinho, a Previdência está blindada de polêmicas políticas e, perguntado sobre o recesso parlamentar, disse estar “proibido tirar férias”.

Sobre a surpreendente votação em primeiro turno na Câmara – 379 favoráveis ,-  Marinho afirmou que reflete o sentimento da população brasileira.

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