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Lula, um poço de mágoas com Toffoli e Cármen Lúcia

Petista esperava que algum deles pautasse rapidamente o julgamento da legalidade das prisões após condenação em segunda instância

Por Laryssa Borges - 17 out 2019, 18h47

Depois de um ano e meio preso, Lula já não consegue segurar o rancor que tem por três autoridades que, no auge de sua popularidade, considerava como aliados. O alvo mais óbvio da repulsa do ex-presidente é o ex-ministro Antonio Palocci, delator premiado da Lava-Jato e o primeiro petista a quebrar a omertà no partido. Mas os outros dois desafetos estiveram sob os holofotes nesta quinta no STF.

Lula é um poço de mágoa em relação a Dias Toffoli e Cármen Lúcia, ministros do Supremo. Os dois foram indicados pelo ex-presidente, que esperava que algum deles pautasse rapidamente o julgamento que discute a legalidade das prisões após condenação em segunda instância – tema que pode devolvê-lo para a liberdade. Cármen passou seus dois anos à frente do STF ignorando o assunto. Toffoli só agendou a discussão do tema mais de um ano após ter assumido o posto mais alto da Corte.

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