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Lava-Jato baiana: ex-assessor de Gabrielli no acerto da Torre Pituba

Os investigadores vão agora vasculhar os arquivos para saber quem estava escondido atrás do 'representante' Tripodi na partilha da propina

Por Robson Bonin - Atualizado em 14 jan 2020, 16h01 - Publicado em 14 jan 2020, 15h01

O ex-chefe de gabinete de Sérgio Gabrielli nos alegres – para os petistas, claro — tempos de roubalheira na Petrobras, Armando Tripodi participou da partilha da propina das obras da Torre Pituba, em Salvador.

Segundo o delator Alexandre Andrade Suarez, por determinação de João Vaccari Neto, o braço-direito de Gabrielli levaria “a parte da Petrobras” no rateio de uma propina de quase 10 milhões de reais.

“Por determinação de Vaccari, ficou definido que o valor acima seria repartido da seguinte forma: 1/3 para o PT Nacional (representado por Jogo Vaccari), 1/3 para PETROS (representada por Newton Carneiro e Wagner Pinheiro) e Petrobrás (representada por Armando Tripodi, que era chefe de gabinete de Sérgio Gabrietti), e 1/3 para o PT da Bahia (representado por Canos Daltro, que era caixa de campanha de Jaques Wagner)”, detalha o delator.

A Lava-Jato vai vasculhar agora quem estava escondido atrás do “representante” Tripodi na partilha da propina.

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