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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Evandro Éboli, Mariana Muniz e Manoel Schlindwein. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Justiça suspende domínio de Alcolumbre direcionado para página de Gleisi

Desde outubro, quem acessa site do senador é redirecionado para a página da petista;

Por Evandro Éboli Atualizado em 21 jan 2021, 16h51 - Publicado em 21 jan 2021, 16h30

Em outubro do ano passado, Radar noticiou que quem digitava o site oficial do presidente do Congresso – davialcolumbre.com.br – tinha uma supresa e dava de cara com a página da presidente do PT, Gleisi Hoffmann.

O caso foi investigado e a Justiça de Brasília notificou o Google e o Núcleo de Informação Ponto BR para que, em 48 horas, suspendam o uso do domínio de Alcolumbre.

O internauta que teria cometido a fraude também foi identificado pelos advogados do senador. Segundo eles, se trata de Maués Loureiro, proibido na sentença de manter essa fraude.

A juíza Bruna de Abreu Färber, da 3ª Vara Cível de Brasília, na decisão, negou o pedido dos advogados para o Google fornecer todos os dados cadastrais de Loureiro, que é réu.

Färber informou na decisão que não há qualquer indício de que o usuário cadastrado não corresponda à pessoa que efetivamente realizou o registro do domínio.

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Na ação, Alcolumbre a associação a petista causa danos políticos e confundem os eleitores sobre alianças políticas da eleição municipal que passou.

Diz a juíza na sua decisão: “o direcionamento do site com o nome do autor para o site de Deputada Federal de partido distinto pode conduzir o eleitor desavisado a crer em eventual aliança política entre estes, consubstanciando informação incorreta”.

Hoje, curioso, Davi Alcolumbre e Gleisi Hoffmann estão unidos para eleger Rodrigo Pacheco (DEM-MG) presidente do Senado.

 

 

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