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Juíza cuja filha negociava decisões do STJ tira 60 dias de férias

Na prática, o ano de Maria do Carmo Cardoso chegou ao fim

Por Gabriel Mascarenhas - Atualizado em 3 out 2017, 12h28 - Publicado em 3 out 2017, 11h39

A desembargadora Maria do Carmo Cardoso acusou o golpe, após VEJA revelar mensagens da filha dela, a advogada Renata de Araújo, mercadejando sentenças do STJ.

Integrante do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em Brasília, a magistrada vai dar um tempo do trabalho. Um bom tempo, na verdade.

Ela vai usufruir, de uma tacada só, dos dois meses de férias a que tem direito por ano. Maria do Carmo para de trabalhar na próxima terça-feira e só retornará ao batente em dezembro, às vésperas do recesso do Judiciário.

Na prática, a magistrada só voltará a pegar no pesado para valer em 2018, tempo suficiente para cuidar da família.

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