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Jogando em casa

Depois de soltar o verbo na ONU contra a bisbilhotagem americana, Dilma Rousseff deverá voltar à carga para a aprovação do projeto do Marco Civil da internet, que trancará a pauta da Câmara a partir do dia 28 de outubro. Alessandro Molon, relator da proposta, aguarda o chamado de Dilma para finalizar o parecer sobre […]

Por Da Redação Atualizado em 31 jul 2020, 05h18 - Publicado em 27 set 2013, 09h22

Pedido de reforço contra espionagem

Depois de soltar o verbo na ONU contra a bisbilhotagem americana, Dilma Rousseff deverá voltar à carga para a aprovação do projeto do Marco Civil da internet, que trancará a pauta da Câmara a partir do dia 28 de outubro.

Alessandro Molon, relator da proposta, aguarda o chamado de Dilma para finalizar o parecer sobre o projeto, tido como umas das tábuas salvadoras do momento para reduzir a vulnerabilidade das informações sigilosas de cidadãos e empresas brasileiras.

Inicialmente, o Marco Civil criou todo o tipo de insatisfação entre deputados, principalmente na turma que trabalha arduamente pelos interesses das empresas do setor.

Molon aproveita a onda de críticas presidenciais à espionagem para soltar a borduna contra seus colegas:

– Na reunião em que tivemos, a presidenta defendeu muito a necessidade de reforçarmos instrumentos de proteção à privacidade. Na ONU, ela pediu a criação de um marco civil internacional, ou seja: propôs lá o que já havia proposto ao Congresso do país dela, e que o Congresso não aprovou, lamentavelmente.

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