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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Isolamento em queda impulsiona vendas do Dia dos Namorados

Pela primeira vez data superou marca do Dia das Mães

Por Robson Bonin Atualizado em 19 jun 2020, 19h03 - Publicado em 20 jun 2020, 16h34

Pela primeira vez, o Dia dos Namorados vendeu mais que o Dia das Mães – até então a segunda data mais importante para o comércio, depois do Natal e da Black Friday.

Os resultados positivos observados em maio e os parciais de junho (até o dia 12) foram garantidos pelo e-commerce.

“Embora o varejo ainda esteja vulnerável aos efeitos da pandemia, o Dia dos Namorados deixou o clima mais favorável”, diz Eduardo Amorin, diretor da Rede, empresa de meios de pagamentos do Itaú Unibanco.

Tanto em uma data quanto em outra, houve aumento das vendas online – movimento que já era esperado, considerando as medidas de isolamento social.

“Mas nunca havíamos visto o Dia dos Namorados superar o das Mães, que teve seus resultados mais comprometidos pela covid-19”, afirma Amorin.

A flexibilização da quarentena e a acelerada digitalização do comércio em função dela fizeram as vendas online subirem 177% na semana que antecedeu o 12 de junho, na comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo dados da Rede.

Na semana prévia ao Dia das Mães, o crescimento foi de “apenas” 145%. Em números absolutos, o Dia dos Namorados também foi mais favorável para o comércio, com faturamento 7% acima do que o setor vendeu de presentes para as mães.

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