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Investigado na Acrônimo, presidente da Cemig pede demissão

Investigado na operação Acrônimo, o presidente da Cemig, Mauro Borges, pediu demissão. O ex-ministro do Desenvolvimento, que assumiu a estatal mineira no começo do ano passado, teve bens como computadores, celulares e tablets apreendidos pela Polícia Federal em outubro e chegou a prestar depoimento, na condição de investigado. O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, cuja campanha […]

Por Da Redação Atualizado em 30 jul 2020, 23h46 - Publicado em 4 jan 2016, 11h34
De malas prontas da Cemig

De malas prontas da Cemig

Investigado na operação Acrônimo, o presidente da Cemig, Mauro Borges, pediu demissão.

O ex-ministro do Desenvolvimento, que assumiu a estatal mineira no começo do ano passado, teve bens como computadores, celulares e tablets apreendidos pela Polícia Federal em outubro e chegou a prestar depoimento, na condição de investigado.

O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, cuja campanha é o alvo da Acrônimo, procura um substituto para Borges.

(Atualizado às 13h57: A Cemig negou que Borges esteja deixando a companhia. A assessoria de imprensa do governo de Minas Gerais também afirmou que “Borges é e permanece presidente da Cemig”. O Radar mantém a informação. A coluna apurou que o executivo  pediu demissão e sua saída depende de o governador Pimentel aceitar o pedido e encontrar um sucessor.)

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