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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Evandro Éboli, Mariana Muniz e Manoel Schlindwein. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Instituições atuam para conservação de áreas protegidas da Amazônia

Legado Integrado da Região Amazônica reúne 82 organizações e contará com fundo de R$ 40 milhões para fomentar economia da região.

Por Manoel Schlindwein Atualizado em 18 nov 2020, 19h59 - Publicado em 4 set 2020, 14h32

De carona com o Dia da Amazônia, celebrado neste sábado, o LIRA (Legado Integrado da Região Amazônica) lança uma rede de 82 entidades que atuarão na conservação de 47 Áreas Protegidas da Amazônia – um território que abrange 40 milhões de hectares.

A rede implementará ações de fomento à bioeconomia, planejamento e gestão territorial, integração regional, estruturas de governança, monitoramento e proteção por meio de um fundo com valor inicial de 40 milhões de reais.

Na prática, o grupo fortalecerá ONGs, associações comunitárias e indígenas, empresas, cooperativas, instituições de pesquisas e governamentais da região. A proposta é impulsionar diversas cadeias de produção, como castanha, farinha de mandioca, turismo, açaí, pesca, pirarucu, artesanato, artefatos de madeira, cumaru, cacau silvestre e borracha.

O LIRA é uma iniciativa idealizada pelo IPÊ (Instituto de Pesquisas Ecológicas), Fundo Amazônia/BNDES e Fundação Gordon e Betty Moore. “O LIRA é um arranjo colaborativo que se propõe a tornar eficiente a execução direta de ações nas áreas protegidas numa escala geográfica que abrange cinco estados e 54 municípios. Nosso plano é potencializar e multiplicar o impacto para beneficiar 35 mil pessoas”, afirma Fabiana Prado, gerente de articulação do IPÊ.

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