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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Graça Foster, ex-presidente da Petrobras, deixou o isolamento para ver Usain Bolt

Graça Foster foi uma das mulheres mais poderosas do Brasil — e considerada pela americana Time como uma das 100 mais influentes do mundo. Amiga íntima da presidente da República, Dilma Rousseff, Graça escalou degrau a degrau a hierarquia da Petrobras até se tornar sua presidente. Mas foi um daqueles casos de que o sonho […]

Por Da Redação Atualizado em 30 jul 2020, 22h06 - Publicado em 15 ago 2016, 14h04
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Foster: incógnita na multidão

Graça Foster foi uma das mulheres mais poderosas do Brasil — e considerada pela americana Time como uma das 100 mais influentes do mundo. Amiga íntima da presidente da República, Dilma Rousseff, Graça escalou degrau a degrau a hierarquia da Petrobras até se tornar sua presidente. Mas foi um daqueles casos de que o sonho se realiza na hora errada.

Em sua administração, estourou o maior escândalo da empresa em todos os tempos. Desde que saiu do comando da companhia há pouco mais de um ano, Graça vem evitando holofotes e imprensa.

Ontem, saiu de sua reclusão para assistir à final dos 100 metros rasos no Estádio Olímpico do Engenhão. Torceu por Usain Bolt, vestida com a camisa do Brasil. Foi e voltou de metrô, sem ser reconhecida.

Ré nos processos movidos contra a petroleira nos Estados Unidos, ela ainda terá que largar seu isolamento para dar muitas explicações sobre o esquema de propinas na estatal.

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