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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Evandro Éboli, Mariana Muniz e Manoel Schlindwein. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Economia testa compra coletiva para reduzir licitações e evitar fraudes

Compra do pacote Office da Microsoft para 127 unidades do governo tem o objetivo de reduzir custos e facilitar fiscalização

Por Mariana Muniz - Atualizado em 6 out 2020, 23h08 - Publicado em 7 out 2020, 10h36

O Ministério da Economia publicou nesta terça-feira edital de licitação para a compra de licenças de uso do pacote Office da Microsoft pelo governo federal. Participarão da licitação 127 unidades de compras, uma inovação em termos de.

Segundo a pasta, a contratação tem o valor inicial de 48,7 milhões de reais, mas com a compra realizada de forma centralizada há expectativa de que o valor final fique abaixo desse patamar — a previsão é de que haja uma economia de 4,43 milhões de reais. Esse número foi baseado na diminuição dos custos processuais administrativos das 126 licitações que deixarão de ser realizadas.

“É a primeira vez que fazemos uma contratação centralizada para este tipo produto. A ação faz parte da política de transformação digital do Governo, que já é uma realidade, tanto em serviços ao cidadão, como também em estruturas e sistemas governamentais”, diz Caio Mário Paes de Andrade, secretário especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital.

De acordo com o ministério, a categoria software é a segunda maior em termos de volume financeiro previsto para ser contratado neste ano, alcançando 907 milhões de reais distribuídos em mais de 2,6 mil licitações.

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