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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Evandro Éboli, Mariana Muniz e Manoel Schlindwein. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

“Virei café pequeno”, diz general alvo do inquérito das fake news no STF

Perto da nova fornada de investigados, entre os quais Sara Winter, caso do militar, que foi alvo de buscas da PF, perdeu relevância

Por Evandro Éboli Atualizado em 15 jun 2020, 15h47 - Publicado em 15 jun 2020, 14h26

Um dos primeiros alvos do inquérito das fake news aberto no STF, há pouco mais de uma ano, o general Paulo Chagas praticamente foi esquecido do caso. Ex-candidato ao governo do Distrito Federal, o militar foi alvo de uma ação da Polícia Federal na sua residência.

É investigado por ataques nas redes sociais ao STF e seus ministros. Chegou a participar de alguns atos e discursou em cima de carro de som.

Agora, perto da nova fornada de investigados no inquérito –  blogueiros profissionais, financiadores de fake news e deputados do PSL que fazem ameaças nas redes – a acusação contra ele está em quinto plano.

“Virei café pequeno perto disso tudo aí”, disse Chagas ao Radar.

Entre esses novos casos estão Sara Winter, presa hoje pela Polícia Federal, o blogueiro Allan do Santos e deputados como Bia Kicis, Daniel Silveira e Carla Zambelli. Além do ex-deputado Roberto Jefferson.

O general, nesse último ano,  se afastou de Jair Bolsonaro.

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“Ele fustiga muito, não tem serenidade. E dá muita trela aos filhos, que viraram um problema”.

Chagas comprou desavença com os Bolsonaro quando fez uma defesa pública de Gustavo Bebianno, ex-ministro do governo e que já faleceu.

“Bebianno foi um pitbull na defesa de Bolsonaro, seu principal aliado na campanha, e virou bode expiatório”.

Quando o “Uber black” da PF passou em sua casa, em abril de 2019, levou seu notebook. Não devolveu ainda.

“Pode ficar”.

 

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