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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Evandro Éboli, Mariana Muniz e Manoel Schlindwein. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Fundo de pensão dos Correios vira segundo maior acionista de refinaria

O estreitamento de laços entre o Postalis e a Refinaria de Manguinhos, numa história que existe há oito anos

Por Mariana Muniz - Atualizado em 10 ago 2020, 20h03 - Publicado em 9 ago 2020, 16h30

Nesta semana, o Postalis, fundo de pensão dos Correios, passou a ser o segundo maior acionista da Refinaria de Manguinhos, atual Refit.

A história do fundo com a refinaria remonta a 2012, quando pagou mais de 100 milhões de reais nessas ações – que hoje valem menos que 30 milhões.

Passados oito anos e amargando mais de 70% de perda nesse investimento, o Postalis decidiu incorporar essas ações em sua carteira própria.  

 

ATUALIZAÇÃO, às 17h35: O Postalis procurou o Radar para dizer que “não houve nenhum movimento recente nas suas ações da atual Refit. A alocação havia sido feita pela antiga gestão do Instituto, em outubro de 2011, por meio de um Fundo de Investimento em Ações (FIA) administrado pelo banco BNY Mellon. Com a participação de 15%, à época, o Postalis sempre foi o segundo maior acionista da refinaria. Para reduzir os prejuízos causados e os custos de manutenção, o Postalis liquidou o Fundo, em maio de 2019, durante a intervenção federal na entidade e, como consequência, os ativos foram transferidos para a carteira própria. Além disso, o Postalis move na Justiça uma ação contra o BNY Mellon e busca negociação de perdas deste e de outros investimentos de gestões passadas”. 

 

 

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