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França cria comitê de crise no Itamaraty por ‘diplomacia da Saúde’

Objetivo é ‘intensificar esforços para a obtenção de vacinas, testes, medicamentos, e insumos’, diz Carlos Alberto França

Por Robson Bonin 14 abr 2021, 06h03

Novo chefe da diplomacia brasileira, o chanceler Carlos Alberto França criou nesta semana no Itamaraty uma espécie de comitê de crise para acelerar os movimentos da pasta junto à comunidade internacional, de modo a garantir insumos e vacinas ao governo nesse momento de grave pandemia.

Batizada de “Grupo de Trabalho do MRE para a Diplomacia da Saúde”, a nova frente, nas palavras do chanceler, irá “intensificar esforços para a obtenção de vacinas, testes, medicamentos, e insumos com vistas ao imediato fortalecimento da capacidade nacional de enfrentamento à pandemia”.

“Em estágio crítico da pandemia, em que a demanda por medicamentos e vacinas é muito superior à oferta disponível no mercado internacional, o principal objetivo da diplomacia brasileira deve ser o de buscar receber, com a maior brevidade possível, as doses de vacinas e IFAs previstos nos contratos já estabelecidos”, diz França em circular despachada a todas as embaixadas e consulados brasileiros no exterior nesta terça.

“Como indicado em meu discurso de posse, neste momento de grave emergência sanitária causada pela Covid-, a diplomacia da saúde será prioritária, por meio de coordenação estreita entre as diversas unidades da Secretaria de Estado, órgãos governamentais e os postos no exterior”, segue o chanceler.

O novo grupo criado no Itamaraty manterá diálogo constante com a Casa Civil, o Ministério da Saúde, a Anvisa e demais órgãos envolvidos no combate à pandemia.

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