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Força-tarefa apura se provas foram ‘plantadas’ na Lava-Jato

A força-tarefa desconfia que uma série de provas coletadas durante buscas e apreensões em diferentes fases da Lava-Jato pode ter sido plantada para confundir os investigadores. Um dos documentos sobre os quais recai a suspeita é o contrato de compra e venda do sítio de Atibaia encontrado no apartamento do ex-presidente Lula, em São Bernardo. […]

Por Da Redação - Atualizado em 9 fev 2017, 10h12 - Publicado em 4 abr 2016, 12h04
Lula, Marisa e Dilma em São Bernardo

Lula, Marisa e Dilma em São Bernardo

A força-tarefa desconfia que uma série de provas coletadas durante buscas e apreensões em diferentes fases da Lava-Jato pode ter sido plantada para confundir os investigadores.

Um dos documentos sobre os quais recai a suspeita é o contrato de compra e venda do sítio de Atibaia encontrado no apartamento do ex-presidente Lula, em São Bernardo.

Diante das evidências, mostradas no grampo telefônico, de que Lula já esperava sofrer busca e até mesmo a condução coercitiva, procuradores e policiais federais acreditam que o documento pode ter sido plantado para justificar uma futura tentativa de regularizar a propriedade do imóvel.

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