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Firjan tenta sensibilizar Planalto sobre situação do Rio

Presidente da entidade decidiu atuar como mediador dos interesses do estado

Por Mariana Muniz - Atualizado em 4 dez 2019, 12h30 - Publicado em 4 dez 2019, 11h30

Na guerra entre o presidente Jair Bolsonaro e o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, o presidente da Firjan, Eduardo Eugenio, decidiu atuar como mediador dos interesses do estado.

Além de apresentar uma análise de conjuntura sobre a dificuldade de investimentos do Rio, principalmente na região metropolitana, Eugênio levou empresários a Bolsonaro para mostrar que a coisa é realmente importante – e tentar sensibilizar o Planalto.

Dados da Firjan apontam deficiências em setores-chave como saneamento, educação, habitação, mobilidade urbana e segurança pública. Um dos índices mais impactantes diz respeito ao saneamento básico:  60% da população da região metropolitana do Rio não tem acesso a esgoto tratado.

Para a entidade, é inviável que o estado – cumprindo as medidas do Regime de Recuperação Fiscal (RRF) – consiga sanar os problemas diagnosticados. Por isso, entende que o governo federal deve entrar na conta e atuar na distribuição de recursos.

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