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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Evandro Éboli, Mariana Muniz e Manoel Schlindwein. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Filho do presidente provoca aglomeração e alterna uso de máscara

Eduardo Bolsonaro esteve por mais de duas horas em ato pró-armas e ficou boa parte do tempo sem máscara; a usou ao ir embora

Por Evandro Éboli - 9 jul 2020, 17h48

Eduardo Bolsonaro compareceu nesta quinta a uma passeata a favor do porte de armas na Esplanada.

Durante a pouco mais de duas horas que permaneceu no ato, o filho do presidente alternou o uso da máscara. Ficou boa parte do tempo sem usá-la, quando esteve em cima do caminhão de som, de onde acompanhou todo o percurso.

Naquele lugar, lideranças a favor da flexibilização da legislação das armas se revezavam em discursos. Muita gente sem máscara.

Eduardo virou a principal atração da manifestação dos armamentistas e posava para fotos o tempo inteiro.

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Ao sair, sob rigoroso esquema de segurança, o filho de Bolsonaro, aí sim, de máscara, foi cercado por uma pequena multidão, que queria abraçá-lo, tirar foto, fazer vídeo. Ele atendeu a todos os pedidos.

Em seu discurso, fez uma crítica indireta ao STF, ao citar que blogueiros e parlamentares estão sendo alvo de inquéritos no tribunal, em especial o que investiga atos antidemocráticos.

“Somos alvo de mandado de busca só para esculachar. Nem devo ter direito a imunidade parlamentar, já que estão vindo atrás de deputados só por terem falado. Essa é a nossa única arma dentro do Congresso. Estou olhando aqui de cima (os manifestantes), e como falam que nós somos os antidemocráticos?! O pessoal aqui só defendendo armas” disse Eduardo em cima do caminhão de som.

Na imagem abaixo, Eduardo discursa durante passeata pelas armas.

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Evandro Éboli/VEJA

 

 

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