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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Fernando Collor já traçou sua estratégia para as eleições

Equipe quer bater na tecla das coisas boas que Collor fez como presidente

Por Pedro Carvalho Atualizado em 8 mar 2018, 13h44 - Publicado em 7 mar 2018, 18h20

Fernando Collor vai recorrer à falta de memória do brasileiro para emplacar sua candidatura ao Planalto.

Ainda que ele siga dizendo que será candidato, o mais provável é que embarque em uma disputa ao governo de Alagoas mesmo.

De qualquer forma, é necessária uma mise-en-scène para sustentar esse teatro todo do senador. E, pelo menos na produção, ele não tem falhado.

A estratégia de sua equipe é bater na tecla das coisas boas que ele fez como presidente, como a criação do SUS, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e a abertura do mercado para a telefonia celular.

São meias verdades. O SUS, quando criado, foi envolto em polêmicas. A falta de recursos para o sistema era dramática — o que persiste até hoje, ainda que em menores proporções.

A abertura para o mercado de fato trouxe a telefonia celular para o país, mas o Plano Collor trouxe mais dores de cabeça do que alegrias.

O PIB diminuiu de 453 bilhões de doláres em 1989 para 433 bilhões em 1990.

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