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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Evandro Éboli, Mariana Muniz e Manoel Schlindwein. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

EXCLUSIVO: ‘Nem pandemia cessou ânsia criminosa de Witzel’, diz Benedito

Ministro chamou governador de líder de organização criminosa e condenou 'extrema gravidade, periculosidade e censurabilidade de suas condutas'

Por Robson Bonin, Mariana Muniz - Atualizado em 28 ago 2020, 10h11 - Publicado em 28 ago 2020, 08h24

A decisão de Benedito Gonçalves em que determina o afastamento de Wilson Witzel do governo do Rio é especialmente dura ao avaliar os casos de corrupção envolvendo contratos da Saúde em plena pandemia de coronavírus.

“O MPF bem asseverou que as ‘condutas do governador Wilson Witzel são totalmente incompatíveis com o comportamento exigível de um agente político no exercício de um cargo de tamanha relevância em nossa democracia, principalmente em situações de extremo sofrimento para a sociedade como a pandemia da Covid-19′”, registra Benedito citando a PGR.

“Nem mesmo o caos social gerado pelo referidos vírus foi suficiente para fazer cessar a ânsia criminosa do governador e da organização criminosa por ele liderada, situação que denota a extrema gravidade, periculosidade e censurabilidade de suas condutas, exigindo resposta séria e hábil a restituir o mínimo de ordem pública, humildade, dignidade e esperança ao povo do Rio de Janeiro”, escreveu Benedito.

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