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Ex-CEO da Odebrecht tenta, mas não escapa de Curitiba

Defesa de Newton de Souza alegou que ação deveria ser julgada pela Justiça Eleitoral

Por Ernesto Neves - 13 ago 2019, 18h01

O juiz Luiz Antonio Bonat, da 13ª Vara Federal de Curitiba, rejeitou pedido feito pela defesa de Newton de Souza, ex-presidente da Odebrecht, para que sua ação penal fosse transferida para a Justiça Eleitoral.

Souza é investigado pela Lava-Jato pelo suposto repasse de R$ 50 milhões da Odebrecht para o PT, através de contas bancárias administradas por Antonio Palocci e Guido Mantega.

Essa ação penal é baseada nas delações de Marcelo Odebrecht e dos marqueteiros Mônica Moura e João Santana.

“Com base nesses elementos, a denúncia associa fundos da conta corrente de propinas do Partido dos Trabalhadores com a Odebrecht a acertos de corrupção, dentre os quais os relacionados a contratos da Petrobrás”, escreveu o magistrado.

“Se essa tese é correta ou não, é uma questão de prova e que não pode ser definida antes do julgamento da ação penal e muito menos pode ser avaliada em exceção de incompetência”, conclui o juiz.

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