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Estratégia do enfrentamento

Blairo Maggi já assumiu a Comissão de Meio Ambiente e Fiscalização tensionando a corda com o governo e, como se sabe, quase conseguiu construiu uma bomba-relógio de alto poder de destruição para o Palácio do Planalto, ao colocar em votação o requerimento de convocação de Marcos Valério. A iniciativa foi toda de Maggi. Nem o […]

Por Da Redação Atualizado em 31 jul 2020, 06h41 - Publicado em 13 mar 2013, 20h52

Tempos de tensão

Blairo Maggi já assumiu a Comissão de Meio Ambiente e Fiscalização tensionando a corda com o governo e, como se sabe, quase conseguiu construiu uma bomba-relógio de alto poder de destruição para o Palácio do Planalto, ao colocar em votação o requerimento de convocação de Marcos Valério.

A iniciativa foi toda de Maggi. Nem o autor do requerimento, Randolfe Rodrigues, lembrava da existência do documento, apresentado no final do ano passado. Por sorte, a base aliada conseguiu reunir número suficiente para desarmar o ataque.

O fato é: para quem está brigando para conquistar espaço na Esplanada, Maggi optou pela mais arriscada das estratégias: a do enfrentamento.

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