Clique e Assine por somente R$ 2,50/semana
Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Evandro Éboli, Mariana Muniz e Manoel Schlindwein. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Esporte quer levar exames antidoping do futebol para laboratório brasileiro

Passadas as olimpíadas, Leonardo Picciani quer dar um jeito de fazer com que o laboratório antidoping do Rio de Janeiro, que custou 188 milhões de reais, seja sustentável. Para concluir a tarefa, é preciso que cerca de 10 000 exames sejam realizado por ano no local. Atualmente, a perspectiva é que cerca de 5 000 sejam […]

Por Da Redação Atualizado em 30 jul 2020, 21h45 - Publicado em 26 set 2016, 08h33
Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa

Atrás dos exames

Passadas as olimpíadas, Leonardo Picciani quer dar um jeito de fazer com que o laboratório antidoping do Rio de Janeiro, que custou 188 milhões de reais, seja sustentável.

Para concluir a tarefa, é preciso que cerca de 10 000 exames sejam realizado por ano no local.

Atualmente, a perspectiva é que cerca de 5 000 sejam feitos. Para buscar os outros 5 000 Picciani está negociando com a CBF, que realiza aproximadamente 6 000 testes por ano.

O problema é que os exames do futebol são feitos em Los Angeles. Isso porque o custo de cada teste no Brasil é bastante superior àquele realizado nos Estados Unidos.

Por isso, além da CBF, o governo colocará pressão no laboratório, gerenciado pela UFRJ, para que reduza os preços, deixe o espírito acadêmico de lado e mergulhe de cabeça no mercado.

Até o momento não está fácil convencer os professores da federal.

Continua após a publicidade
Publicidade