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Engie quer 50% dos cargos de liderança ocupados por mulheres até 2030

Francesa que comprou subsidiária da Petrobras aderiu programa da ONU Mulheres

Por Mariana Muniz - Atualizado em 2 dez 2019, 19h04 - Publicado em 2 dez 2019, 18h04

A ENGIE Brasil, braço da empresa francesa que comprou a malha de gasodutos da ex-subsidiária da Petrobras TAG por R$ 32 bilhões neste ano, aderiu aos “Princípios de Empoderamento das Mulheres”, da ONU Mulheres.

A meta da empresa energética é ter, não só no Brasil, 50% dos cargos de liderança ocupados por mulheres até 2030. Dentre os principais executivos globais do grupo, três são mulheres: Isabelle Kocher (CEO), Judith Hartmann (CFO) e Ana Busto (Comunicações) .

O CEO da companhia, Maurício Bähr, assumiu o compromisso de incentivar a promoção da igualdade de gênero, a começar por aumentar o número de mulheres em cargos de liderança.

“A maior presença feminina ajuda nos negócios e melhora o desempenho da companhia, com a incorporação de diferentes competências e sensibilidades. Práticas de equidade também ampliam o leque de potenciais financiadores para os nossos projetos.”

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