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Empresários brasileiros buscam canal direto com a UE

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) decidiu se antecipar ao anúncio das negociações entre Mercosul e União Europeia, que deve sair até o fim do ano, e articula a criação do Conselho Empresarial Brasil-UE. O conselho vai defender o interesse dos industriais brasileiros e mapear obstáculos para acessar o mercado europeu. Pesquisa da CNI mostra […]

Por Da Redação Atualizado em 31 jul 2020, 00h18 - Publicado em 16 out 2015, 12h03
Abijaodi: Brasil quer recurperar espaço na UE

Abijaodi: Brasil quer recurperar espaço na UE

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) decidiu se antecipar ao anúncio das negociações entre Mercosul e União Europeia, que deve sair até o fim do ano, e articula a criação do Conselho Empresarial Brasil-UE.

O conselho vai defender o interesse dos industriais brasileiros e mapear obstáculos para acessar o mercado europeu.

Pesquisa da CNI mostra que 63% das principais associações setoriais consideram que o Brasil deve priorizar a União Europeia nas negociações comerciais. Apesar de a UE ser a principal parceira comercial do Brasil, a participação das exportações brasileiras para os 28 países caiu de 28% para 18% nos últimos 15 anos.

O Brasil responde por apenas 1,9% das importações europeias (10º lugar no ranking, atrás de países pequenos, como Suíça e Noruega).

“É a primeira vez que o setor privado se reúne para defender o conjunto de seus interesses na União Europeia. Queremos melhorar o ambiente de negócios, buscar cooperação, conhecer e eliminar os diferentes entraves às nossas exportações”, diz o diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, Carlos Abijaodi.

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