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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Evandro Éboli, Mariana Muniz e Manoel Schlindwein. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Em defesa do presidente, Damares cita casos de suicídio e depressão

Ministra diz que pânico com epidemia leva a essas ocorrências e que Bolsonaro tem atuado para acalmar a população

Por Evandro Éboli - 2 abr 2020, 13h33

Numa live com o deputado governista Filipe Barros (PSL-PR), Damares Alves elogiou o discurso de Jair Bolsonaro, feito anteontem à noite, e diz que a intenção do presidente é não causar pânico diante do coronavírus.

Para a ministra, o presidente é mal interpretado pela imprensa, que finge não saber o que ele quer realmente dizer. Damares fala que, diante do quadro gerado pela epidemia, há ocorrência de suicídio e depressão no país. E que Bolsonaro atua para controlar esses tipos de registros.

“O presidente quer combater a doença, tratar da saúde, sem esquecer do emprego e sem causar pânico. Infelizmente, nas duas últimas semanas, ele foi mal interpretado. Gente, não vamos causar pânico.Já tivemos suicídio, Felipe. Já estamos com um número muito grande de pessoas com depressão. Número grande de psicólogos voluntários para atender pessoas com depressão, pensando em suicídio, em desespero. A violência cresceu. Como líder, ele tem que controlar esse momento”, diz Damares no vídeo.

Em outro trecho, ela repete uma frase que virou bordão para Bolsonaro:

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“O remédio não pode ser maior que a doença”.

Abaixo, o vídeo da ministra.

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