Clique e Assine por apenas R$ 0,50/dia
Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Eleição de 2022 será plebiscito sobre trágica obra de Bolsonaro, diz Dino

Para o governador do Maranhão, a união de forças da sociedade contra a política destrutiva do Planalto durará até a eleição

Por Robson Bonin Atualizado em 26 mar 2021, 10h01 - Publicado em 26 mar 2021, 09h30

Um dos principais articuladores da frente de partidos de centro e de esquerda que passou a conversar para atuar contra Jair Bolsonaro, o governador do Maranhão, Flávio Dino, avalia que o presidente cometeu tantos erros na condução do governo, que conseguiu mudar a própria história do que será a eleição de 2022.

Bolsonaro se recusou a presidir o Brasil na luta contra a pandemia. Optou pelo confronto com governadores, prefeitos e chegou a flertar com um golpe militar que afrontasse decisões do STF e do Congresso. A interferência na Saúde, com demissões de ministros e dinheiro gasto em cloroquinas da vida produziu a trista marca de 300.000 mortos na pandemia.

Para Dino, a tragédia sem precedentes na história do país levou forças divergentes, como PT e PSDB, a se unirem contra o caos instalado no país a partir do Planalto. Na visão de Dino, 2022 será um grande julgamento.

“A eleição de 2022 será um plebiscito sobre Bolsonaro. Todos contra tudo isso que está aí. O povo vai votar sim ou não para o Bolsonaro. Se quer continuar nesse caos ou seguir em frente. Bolsonaro não tem mais como fugir desse plebiscito”, diz Dino.

Leia também:

  • Pesquisa mostra que brasileiro subestimou a pandemia e culpa Bolsonaro.
  • Em busca do tempo perdido, UE vai restringir exportações de vacinas
  • Brasil ainda perde tempo em debates sobre a falsa dicotomia entre saúde e economia.
  • Ministério da Infraestrutura: governo espera arrecadar R$ 10 bilhões com pacote de concessões.
  • STF se prepara para julgar uma ação decisiva para a quebra de patentes.
  • O futuro incerto de Sergio Moro depois da derrota no STF.
Continua após a publicidade
Publicidade