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‘É grave’, diz Renan sobre Bolsonaro ter sido alertado no caso Covaxin

Senador disse que a CPI quer confirmar essa informação e por isso antecipou oitivas do deputado Luis Miranda e seu irmão, servidor do Ministério da Saúde

Por Gustavo Maia Atualizado em 23 jun 2021, 11h10 - Publicado em 23 jun 2021, 09h43

Relator da CPI da Pandemia, o senador Renan Calheiros reagiu há pouco à notícia de que o presidente Jair Bolsonaro foi alertado pelo deputado Luis Miranda (DEM-DF), irmão do servidor do Ministério da Saúde que denunciou pressões pela compra da vacina indiana Covaxin — superfaturada em 1.000% no contrato assinado pelo governo federal.

“É grave. Eu acho grave. É uma informação que a CPI quer confirmar. Para tanto, nós antecipamos as agendas de sexta para quinta, de modo a ouvirmos na sexta-feira o Luís Ricardo e o irmão que é deputado”, declarou Calheiros ao Radar.

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Segundo Miranda, que deve depor ao lado do irmão nesta sexta-feira, Bolsonaro lhe disse “que levaria o caso ao diretor-geral da Polícia Federal”, que na época era Rolando Alexandre de Souza.

Questionado se seria o caso de convocar o ex-chefe da PF, o relator deixou a possibilidade em aberto, por enquanto.

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