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Drogas no avião da FAB: cabeças vão rolar no Planalto

Falha de segurança do GSI e da Abin permitiu entrada de 39 quilos de cocaína no avião reserva de Bolsonaro

Por Robson Bonin - Atualizado em 26 jun 2019, 13h34 - Publicado em 26 jun 2019, 12h53

Auxiliares diretos de Jair Bolsonaro ainda estão tentando controlar a crise do militar da Aeronáutica, preso com 39 quilos de cocaína na Espanha, mas já há uma certeza no palácio.

A falha de segurança do Gabinete de Segurança Institucional, que cuida da proteção do presidente, e da própria Agência Brasileira de Inteligência (leia mais em No avião reserva de Bolsonaro) –  ambos permitiram a entrada de uma mala com drogas no avião reserva de Bolsonaro – vai render demissões.

O episódio obrigou o próprio presidente a ter de mudar a rota do voo para o Japão (leia mais em Mudança de rota para Portugal), onde participará do G20.

Faltou o básico na segurança presidencial: um cão farejador.

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ATUALIZAÇÃO: Segundo fontes do Planalto, a falha não foi propriamente do GSI ou da Abin. A abertura para o carregamento da droga foi dada pela FAB, que não submeteu o militar ao Raio-X obrigatório na Base Aérea de Brasília.

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