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Dono da Precisa rebate Simone Tebet: ‘suspeita de fraude é absurda’

Empresário que atuou como atravessador da venda de vacinas Covaxin ao Ministério da Saúde enviou esclarecimentos à CPI da Pandemia

Por Robson Bonin Atualizado em 7 jul 2021, 15h26 - Publicado em 7 jul 2021, 16h30

Defensor da Precisa Medicamentos, o advogado Ticiano Figueiredo enviou à CPI da Pandemia nesta quarta um documento de 29 páginas em que classifica de “absurdas” as suspeitas levantadas por Simone Tebet sobre a falsificação de um dos documentos da negociação de vacinas Covaxin com o Ministério da Saúde.

Na terça, a senadora exibiu na CPI uma análise detalhada de uma das guias emitidas pela empresa para viabilizar a importação das doses de vacinas da Índia.

O documento, repleto de erros amadores, sugeriu, na avaliação da senadora, uma fraude.

Na manifestação enviada ao presidente da CPI, o senador Omar Aziz, a Precisa Medicamentos não nega os erros, mas diz que o amadorismo das falhas é prova maior de que não há irregularidade no documento.

“Resta absurda a alegação de que a segunda Proforma Invoice enviada teria sido fraudada. Essa suspeita foi lançada durante fala da senadora Simone Tebet, a qual afirmou que as ‘invoices’ enviadas ao Ministério da Saúde poderiam ter sido ‘manipuladas’, elencando uma série de erros nos documentos”, diz a Precisa.

“Em primeiro lugar, nunca se negou que a Proforma Invoice emitida pela Barath/Madison continha erros materiais. Aliás, a enumeração das informações divergentes pela senadora só reforça o argumento de que não houve fraude, mas sim um preenchimento equivocado, sem observar o modelo do Siscomex”, segue a empresa.

“Ora, se tivesse havido qualquer tentativa de fraude, por que havia tantos erros materiais, prontamente verificáveis, no documento?”, diz a Precisa.

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