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Dívidas de campanha

Nem mesmo doações de empresas e bancos como Braskem, Companhia Brasileira de Alumínio, Bradesco e Itaú livraram Eduardo Suplicy das indigestas dívidas de campanha. O senador petista, que teve seis milhões de votos mas não se reelegeu, arrecadou 2 465 250 reais e gastou 2 995 000, uma dívida de 529 750 reais na praça. […]

Por Da Redação Atualizado em 31 jul 2020, 02h50 - Publicado em 17 out 2014, 07h02
suplicy

Suplicy não quer deixar a dívida para o PT

Nem mesmo doações de empresas e bancos como Braskem, Companhia Brasileira de Alumínio, Bradesco e Itaú livraram Eduardo Suplicy das indigestas dívidas de campanha.

O senador petista, que teve seis milhões de votos mas não se reelegeu, arrecadou 2 465 250 reais e gastou 2 995 000, uma dívida de 529 750 reais na praça.

Ao contrário de alguns colegas, que têm vendido ações de empresas e até carros para honrar os compromissos (leia mais aqui), Suplicy não se desfez de nenhum bem.

O jeito foi recorrer a 60 empresas por meio de cartas por e-mail. Nelas, o petista agradece os votos, explica o enrosco e disponibiliza o número de uma conta para receber as colaborações.

Suplicy inaugurou o método de arrecadação na segunda-feira e tem até hoje para fechar a conta de sua campanha. Caso não consiga cumprir o prazo, a dívida será repassada ao PT.

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